CONTRASTE| 13 REASONS WHY E A BÍBLIA SAGRADA

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“13 Reasons Why” é uma série da Netflix baseada no Best-seller “Os 13 Porquês” de Jay Asher, que aborda temas importantes como bullying e suicídio. Desde sua estreia, é um dos assuntos mais comentados pela mídia e redes sociais. Alguns críticos se posicionam a favor, outros contra.

Não há de se duvidar que a maior contribuição favorável da série foi levantar os temas em questão. Falar sobre bullying, depressão e principalmente suicídio (tema central da série) ainda é um tabu. Devido à seriedade e falta de conhecimento, evitamos falar sobre.

Porém, mesmo reconhecendo a importância, a ficção abordou o assunto de forma correta? Creio que não.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou uma lista de recomendações para meios de mídia falarem e retratarem casos de suicídio. Dentre as principais recomendações, temos:

1) Evitar romantizar o ato do suicídio;

2) Evitar retratar o suicídio como uma resposta aceitável às dificuldades;

3) Evitar incluir o método, local ou detalhes da pessoa que faleceu.

Podemos observar que a série não respeitou nenhuma dessas principais recomendações, ao contrário, nos deu um tutorial de como tirar a própria vida.

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E quando a igreja me decepciona?

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Desistir da igreja é desistir do outro

Começo esse texto um pouco atrasado. Já tem alguns dias que quero escrever sobre isso. Há um certo tempo, algumas pessoas tem me procurado com a mesma inquietação. Ao conversar com muitos, tenho percebido bastante gente que se encontra em uma espécie de crise de identidade cristã. Alguns chateados com suas igrejas e outros chateados com seus irmãos.

Para alguns, as queixas sempre circundam em relação a falta de afetividade entre irmãos da comunidade que participam, outros notam que seus pastores tem adotado uma mensagem estranha ao evangélico focada mais na prosperidade material, outros ainda tem tido uma tremenda sensação de incapacidade em relação a pressão imposta para atingir a perfeição moral, alguns enfrentam o peso de ter que sempre agradar um ou outro para ser aceito, tem de esconder o cansaço em relação a líderes exigentes, apresentam uma preocupação com a inadequação comunitária, sentem-se isolados dos grupos de expressividade dentro da igreja, e o mais comum é que muitos possuem uma insatisfação com o mal comportamento de alguns  irmãos, ou seja, gente que é machucada por causa de outros.

Alguns até dizem que pensam em se desligar de suas comunidades mas temem não encontrar um novo circulo de amigos, temem se sentir abandonados, outros não admitem, mas não querem perder seus prestígios titulares e seus cargos, outros não aturam mais tanto engano, mas simplesmente se veem com as mãos atadas diante desse sentimento. Tomar uma decisão envolve muita coisa, muita gente, e nem sempre sabemos por onde andar.

Sair ou ficar?

Antes de tomar qualquer decisão, precisamos lembrar que uma igreja não pode ser julgada apenas por causa do comportamento de alguns ou de determinado pastor e líder. É comum querermos botar a culpa do nosso desapontamento pessoal no erro do outro. Lembremo-nos de que Jesus jamais disse que deveríamos procurar relações para sermos amados, mas nos mandou amar e perdoar ativamente, inclusive os que nos chateiam. Amar quem nos ama é fácil, mas amar na dificuldade é um milagre de Deus.

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04 COISAS QUE JESUS DIRIA PARA A COMUNIDADE LGBT

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01 – “Arrependam-se e creiam”:

A comunidade LBGT é um grupo de pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, mas não são diferentes de todos os pecadores que se arrependem e colocam sua confiança em Jesus Cristo. Isso se aplica a todas as pessoas e não somente a comunidade LGBT. Não podemos fazer diferença entre um pecado de outro, porque todos nos afastam de Deus, então Jesus, provavelmente, diria à comunidade LGBT o que Ele nos disse antes de sermos salvos e diz a todos em todo o lugar: “se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis”, Lucas 13:3.

02 – “Estou te procurando para salvar”

Jesus disse: “Não vim chamar os justos, mas os pecadores, para o arrependimento” (Lucas 5:32), e isso significa todos nós, porque nenhum de nós é justo diante de Deus (Rm 3: 10-11). Nossa justiça só vem de Cristo (2 Cor 5:21) porque nós não conseguimos fazer nada de bom. Todos pecaram e pecarão, e isso inclui a comunidade LGBT. “Eu vim para dar a minha vida em resgate de todos”, e todos incluem os heterossexuais e qualquer outra sexualidade. Ele, certamente, não os atacaria ou os discriminaria, mas trabalharia para a salvação deles.

03 – “Vinde a mim”

Levando em conta que todos nós pecamos e ficamos sem Sua glória (Rm 3:23), o que Ele diria à comunidade LGBT, não é diferente do que diria a mim e a você: “Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11:28). Nós não podemos ser o juiz de alguém que está vivendo um estilo de vida contrário aos ensinamentos da Bíblia. Até podemos adverti-los sobre o que as Escrituras dizem sobre isso, mas não somos juízes. Se o próprio Cristo diz para que todos andem em Sua direção, que direito alguém tem de barrar o outro? Portanto, Jesus diria a comunidade LBGT a mesma coisa que Ele nos diz; “Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11:28).

04 – “Eu não te odeio”

Jesus nunca disse que odiava alguém. Ele esteve com a mulher pega em adultério e não a condenou, apenas dize-lhe para não pecar mais. Claro que esta mulher, como todos nós, pecaria de novo, mas Jesus estava se referindo à sua imoralidade sexual, Ele estaria disposto a ajudá-la a parar de pecar. Jesus conhece o coração de um pecador e almeja consolá-lo e transformá-lo. A morte de Jesus foi suficiente para salvar pecadores como nós (Rm 5: 6-10), e para outros que crerem nEle (João 3:16).

Conclusão

Meus amigos, o pé da cruz está nivelado. Eu estou no mesmo nível que você e todos os demais que vivem nessa terra. Não importa seu passado, os seus fracassos ou sua natureza pecadora, Jesus está pronto para te perdoar e transformar a todos nós de qualquer pecado que estamos praticando. Como sempre digo, “há mais perdão em Deus que pecado em você”. Não somos melhores que ninguém e todos nós estamos debaixo da cruz de Cristo.

Que Deus te abençoe.

(Pr. Rodrigo Bertotti)

Como a Imaturidade pode Acabar com o seu Namoro?

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“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.
(I Coríntios 13:11)

 

O que é maturidade emocional?

A Maturidade emocional se caracteriza pelo atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida e por isso mesmo com maior disponibilidade para usufruir de seus aspectos lúdicos e agradáveis.

A maturidade emocional é aprendida. Exige autoconhecimento. Como diz o pe. Fábio de Melo: “Ser pessoa é ter posse de si para dispor-se ao outro”. Uma pessoa madura conhece suas limitações e suas potencialidades. Cria um equilíbrio entre a razão e a emoção. Seleciona suas companhias. Sabe a hora de falar e a hora de calar. Não encara o julgamento dos outros como uma verdade definitiva. Sabe dizer NÃO. Não tem medo de contrariar. Aproveita as oportunidades que a vida oferece. Sua energia está canalizada em coisas úteis e importantes e sofre por motivos nobres.

Um fato importante: a maturidade não chega com a idade. Um jovem de 18 anos pode ser mais maduro emocionalmente do que um adulto de 40.

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