Série Divergente

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Título: Divergente/ Autor: Verônica Roth/ Editora: Rocco/ Ano: 2012/ Páginas: 504

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Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Título: Insurgente/ Autor: Verônica Roth/ Editora: Rocco/ Ano: 2013/Páginas: 512

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Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Título: Convergente/ Autor: Verônica Roth/ Editora: Rocco/ Ano: 2013/Páginas: 528

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Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. O livro, que chega ao Brasil no momento em que Divergente estreia nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times.

Como o filme Convergente foi lançado recentemente, sugiro a quem ainda não leu, que leia toda série Divergente, pois, como de costume, os livros são bem melhores que os filmes. Apesar de que  gostei bastante das adaptações do cinema tbém. Mas enfim, é melhor rss. Mais detalhes, mais emoção.

A série Divergente é uma distopia. E o que seria distopia?

De acordo com Ana Lucia Santana, no site InfoEscola, a distopia, também conhecida como antiutopia, é um conceito filosófico adotado por vários autores e expresso em suas criações ficcionais, nas quais eles retratam uma sociedade construída no sentido oposto ao da utopia, que por sua vez prevê um sistema perfeito, um estado ideal, onde vigora a máxima felicidade e a total concórdia entre seus cidadãos. A literatura distópica também pode representar um regime utópico que na prática destoa da teoria. As comunidades regidas pela distopia normalmente apresentam governos totalitários, ditatoriais, os quais exercem um poder tirânico e um domínio ilimitado sobre o grupo social.

A literatura distópica vale como advertência ou ironia ao sistema em que vivemos, está diretamente ligada à sociedade atual.

Como estamos nessa crise política horrível, vale muito a pena a  leitura, para que tenhamos força, inspiração e audácia para pôr abaixo essa forma de governo totalitário.

Um abraço e boa leitura!

 

 

 

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