#resenha | A Pequena Livraria dos Corações Solitários


“Porque você, minha querida, mais que qualquer outra pessoa, sabe que lugar mágico uma livraria pode ser, e sabe que todos precisam de um pouco de magia na vida” ✨⁣

📖 A Pequena Livraria dos Corações Solitários⁣
✍🏼 Annie Darling⁣
@veruseditora p. 305⁣
Avaliação: 3 ⭐️⁣

SINOPSE ➡️ Era uma vez uma pequena livraria em Londres, onde Posy Morland passou a vida perdida entre as páginas de seus romances favoritos. Assim, quando Lavinia, a excêntrica dona da Bookends, morre e deixa a loja para Posy, ela se vê obrigada a colocar os livros de lado e encarar o mundo real. Porque Posy não herdou apenas um negócio quase falido, mas também a atenção indesejada do neto de Lavinia, Sebastian, conhecido como o homem mais grosseiro de Londres. Posy tem um plano astucioso e seis meses para transformar a Bookends na livraria dos seus sonhos — isso se Sebastian deixá-la em paz para trabalhar (…)⁣

RESENHA 💭 Este livro tem uma capa linda e fofa, com tons pastéis, do jeito que eu gosto. A premissa é interessante, promete um clichê bem gostoso de ler, porém, me frustrou bastante. Os pontos positivos é que Annie Darling tem uma escrita fluida e de fácil entendimento. Trouxe bastante referências de outros livros e escritores, abrangeu bastante esse amor que temos por livros e livrarias, então a gente se identifica muito em certos pontos. Porém, confesso que foi o romance mais chato que já li. Os personagens principais, Posy e Sebastian, são irritantes. Posy, me mostrou ser uma mulher sem personalidade e fraca, submissa à todas as perturbações de Sebastian. Quando ele a insultava, eu imaginava mil coisas que ela poderia responder, e ela simplesmente dizia: “grosso”! Sério, isso aconteceu muitas vezes e me deixou muito indignada. Sebastian é um cara super arrogante, presunçoso, inconveniente e machista. No final, a autora quis fazer com que a gente entendesse seus comportamentos, mas não rolou. Um romance de gato e rato, onde o gato é um chato e o rato um “banana”. Achei os personagens secundários mais interessantes que os principais, talvez por isso, e só por isso, eu leia os outros livros da série.⁣

#resenha| Uma Chama Entre as Cinzas

“É por isso que estou lutando, lembro a mim mesmo. Não pelo poder. Pela liberdade” 🔥 ⁣

⚔️ Uma Chama Entre as Cinzas ⁣
✍🏼 Sabaa Tahir⁣
@veruseditora 434 p. 5⭐️ + ❤️⁣

SINOPSE ➡️ Laia é uma escrava. Elias é um soldado. Nenhum dos dois é livre.⁣
No Império Marcial, a resposta para o desacato é a morte. Aqueles que não dão o próprio sangue pelo imperador arriscam perder as pessoas que amam e tudo que lhes é mais caro. É neste mundo brutal, inspirado na Roma Antiga, que Laia vive com seus avós e o irmão mais velho. Eles não desafiam o Império, pois já viram o que acontece com quem se atreve a isso. Mas, quando o irmão de Laia é preso acusado de traição, ela é forçada a tomar uma atitude. Em troca da ajuda de rebeldes que prometem resgatar seu irmão, ela vai arriscar a própria vida para agir como espiã dentro da academia militar do Império. Ali, Laia conhece Elias, o melhor soldado da academia — e, secretamente, o mais relutante. O que Elias mais quer é se libertar da tirania que vem sendo treinado para aplicar. Logo ele e Laia percebem que a vida de ambos está interligada — e que suas escolhas podem mudar o destino do próprio Império.⁣

#RESENHA ⚔️ Eu não sou muito fã de fantasia, mas este livro conquistou meu coração e tornou-se um dos favoritos do ano ❤️ Apesar do misticismo, ele reflete a realidade de muitos povos. O contraste dos poderosos e dos submissos, dos ricos e dos pobres, dos opressores e dos oprimidos. Uma Chama Entre as Cinzas mostra a veracidade de um povo marginalizado, subjugado por um Império. Um povo que luta pela liberdade de alma, liberdade do medo, liberdade para ser quem é, para lutar por aquilo que acredita. Os Eruditos, comunidade da personagem Laia, obtinham o conhecimento de astronomia, arquitetura e matemática, tinham tudo para serem independentes, mas sucumbiram diante da invasão, opressão e força bélica do Império Marcial. O livro escancara a realidade daqueles que não tem voz, que sentem na pele a crueldade da tirania, mas exprime também a esperança e a força que existem dentro de cada um de nós para lutar contra todas as injustiças do mundo.⁣

“A morte antes da tirania”.⁣

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CONTRASTE| 13 REASONS WHY E A BÍBLIA SAGRADA

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“13 Reasons Why” é uma série da Netflix baseada no Best-seller “Os 13 Porquês” de Jay Asher, que aborda temas importantes como bullying e suicídio. Desde sua estreia, é um dos assuntos mais comentados pela mídia e redes sociais. Alguns críticos se posicionam a favor, outros contra.

Não há de se duvidar que a maior contribuição favorável da série foi levantar os temas em questão. Falar sobre bullying, depressão e principalmente suicídio (tema central da série) ainda é um tabu. Devido à seriedade e falta de conhecimento, evitamos falar sobre.

Porém, mesmo reconhecendo a importância, a ficção abordou o assunto de forma correta? Creio que não.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou uma lista de recomendações para meios de mídia falarem e retratarem casos de suicídio. Dentre as principais recomendações, temos:

1) Evitar romantizar o ato do suicídio;

2) Evitar retratar o suicídio como uma resposta aceitável às dificuldades;

3) Evitar incluir o método, local ou detalhes da pessoa que faleceu.

Podemos observar que a série não respeitou nenhuma dessas principais recomendações, ao contrário, nos deu um tutorial de como tirar a própria vida.

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